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| Tuesday, 6-Oct-2009 13:03 |
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Templo Budista - Tres Coroas RS - 2007
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Catedral de Pedra-Canela RS
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Templo Khadro Ling
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Chafariz de Tara Verde
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Estupas
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Guru Padmasambava
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Sala de orações
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Rodas de Oração
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Buda Akshobia
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| Wednesday, 23-Sep-2009 23:06 |
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Porto Seguro 2009
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| Tuesday, 2-Oct-2007 16:44 |
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MACHU PICCHU 2007
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02/10 Saida de Floripa
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03/10 B. Yrigoyen - AR
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03/10 Cataratas Iguaçu - AR
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| Thursday, 20-Apr-2006 12:00 |
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SAN PEDRO DE ATACAMA CHILE - 2006 -
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20.04 Assim como nosso objetivo era San Pedro de Atacama, agora o foco é chegar em casa, e como estamos voltando praticamente pelo mesmo caminho, a diferença é o trecho da grande reta que evitamos na ida, de Saenz Peña a Salta e que agora percorremos pois buscamos o caminho mais curto. Purmamarca, Tumbaya, Volcán, Leon, Yala e chegamos em Jujuy, onde buscamos uma oficina para regular e lubrificar a corrente, trocar lâmpada de freio e o retrovisor quebrado na queda do De Barba, seguindo logo adiante. Já não tiramos fotos, pois o caminho já foi percorrido na ida e não há nada para acrescentar em termos visuais. Deixamos Salta de lado desviando em El Carmen até Pampa Blanca na provìncia de Jujuy e depois Gal. Guemes, Metán, Joaquin Gonzales na província de Salta; Monte Quemado e Pampa de los Guanacos, província de Santiago del Estero, onde fomos parados por um policial rodoviário que me pediu a documentação e a seguir, não havendo nada de irregular, questionou: Y el matafuego? (extintor de incendio) como eu já conhecia a história de outros relatos, fui pegando 10 pesos e coloquei em cima do banco da moto: isto resolve o problema do "matafuego"? No, retrucou o "policial", esta multa é de uns 60 pesos, pelo menos a metade ... disse a ele que era o que tinha e fiz menção de pegar o dinheiro de volta, no que ele se apressou em segurar os dez pesos e perguntar: y el otro? o De Barba deu mais uns pesos nos despedimos e fomos embora. Logo adiante havia outra barreira, onde fomos muito bem tratados, tanto que o De Barba denunciou o policial mordedor da barreira anterior, recebendo a explicação que era outra provincia, outra jurisdição. Poucos kms adiante, Pampa del Infierno,(Chaco) onde passamos a noite.
21.04 Saímos de Pampa del Infierno e 90 km depois, Saenz Peña, onde passamos para pegar exemplares do jornal La Opinion com nossa entrevista e também deixar algumas fotos da erupção do vulcão Lascar. E pé na estrada...Quitilippi, Machagal, Presidencia de La Plaza, Makallé, Resistencia, na província do Chaco e Corrientes, San Cosme , Itati, Ituzaingó e paramos em Posadas, província de Corrientes, onde passamos a noite. Bela cidade, faz fronteira com o Paraguai, com a ponte internacional San Roque de Santa Cruz unindo Posadas a Encarnación, no Paraguai.
22.04 Ao acordar sugeri darmos uma olhada em Encarnación, para fazer compras. Como sempre De Barba excelente parceiro, concordou. A travessia da ponte é bem demorada em razão do grande fluxo de veículos indo e vindo e a minuciosa vistoria aduaneira nos veículos vindos do Paraguai, tanto que assistimos praticamente a um desmanche em um veículo e que realmente estava com várias mercadorias escondidas e que foram encontradas. De volta a Posadas, lanche rápido e seguimos adiante. Santa Ana, Alem, San Javier na provìncia de Misiones, onde pegamos a balsa e de volta ao nosso sólo pátrio. É indescritível a satisfação e alegria de estarmos no Brasil, vimos coisas maravilhosas e vivemos momentos incriveis, mas com isto aprendemos a valorizar mais a nossa terra e as belezas que temos aqui. Seguindo adiante, errei a estrada para Santo Angelo, no RS onde pretendiamos pernoitar e chegamos em Roque Gonzalez, o De Barba bateu pé que não viaja à noite e já estava escuro, no que concordei.
23.04 De Roque Gonzales a Floripa são mais ou menos 885 km, Santo Angelo, Ijui, Passo Fundo, Vacaria, no Rio Grande amado. Lages, Bom Retiro e finalmente Florianópolis, distância percorrida com determinação, incentivados pelos familiares que nos esperavam com churrasco e muita cerveja para saciar a sede dos viajantes, na praia do Campeche. Fomos abençoados com uma viagem maravilhosa, onde tudo correu às mil maravilhas, muito além das expectativas e que muito se deve a este amigo fora de série, Ademar de Barba, de quem me coloco à disposição para futuros projetos. Agradecimentos a meu filho Rafael pelo incentivo e interesse demonstrados, participando nos dias anteriores à viagem com pesquisa, buscando subsidios que facilitassem a empreitada. E a Deus, pela proteção em todos os momentos.
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| Wednesday, 19-Apr-2006 01:29 |
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San Pedro de Atacama, Chile a Purmamarca, Argentina
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Sete horas da manhã, já estou em pé, "te levanta, vagabundo" velho jargão usado por Pe. Fredolino em programa de rádio matutino em Bagè. De Barba se revira, se revolta, e argumenta que a esta hora na cordilheira faz muito frio, ao que pondero que até tomarmos café, carregar e abastecermos as motos mais os trâmites na alfândega chilena, perderíamos tranquilamente uma hora e meia, mais 40Km em subida com perda de potência, chegaríamos na cordilheira no mínimo em duas horas, já seriam nove horas horário razoável. Nesta discussão, foi-se mais meia hora e o homem nada de levantar até que comecei a conversar com um chileno que estava hospedado no quarto ao lado e queria saber onde tomar café, foi quando De Barba conseguiu se levantar. Tomamos café, preparamos as motos e fomos até o posto de gasolina abastecer e colocar gasolina em tres vasilhames para reabastecimento durante a viagem, já que a do tanque não era suficiente para chegarmos até Susques. Para nossa surpresa, quando pedimos para abastecer os recipientes, os frentistas se negaram argumentando que havia uma lei proibindo este tipo de procedimento em razão do perigo, pois com a pressão na altitude havia o risco de explosão da gasolina. Tivemos que abrir a mochila, pegar uma mangueira, passar a gasolina do tanque para os vasilhames e só então reabastecer as motos. Dali fomos até a aduana, tramites rápidos, tudo certo seguimos viagem quando já eram umas dez e meia e ao longe se via o vulcão Lascar expelir mais fumaça, mas como não era mais novidade, nem perdemos mais tempo. Fizemos a travessia da cordilheira com tranquilidade, o combustível apenas foi suficiente para chegarmos a Susques, onde almoçamos e seguimos em frente com destino a Purmamarca, a 135 km e passando pela Cuesta de Lipan, enorme declive cheio de curvas em cotovelo com variação de 2.000 m de altitude em 42km, uma delícia para quem gosta de pilotar.Chegamos a Purmamarca as sete horas e ali todo o movimento se concentra ao redor da pequena praça, com várias tendas onde são vendidos artesanatos e suvenires. Pequeno povoado de 415 hab, adquire relevância pela admirável paisagem montanhosa em destaque o Cerro das Sete Cores e contando com estrutura de hoteis, hosterias, camping e gastronomia. Nos hospedamos num hostal que fica atrás da igreja, muito bom, com café da manhã por 25,00, notando-se que era uma casa muito grande que foi reformada para a exploração hoteleira em razão da demanda por hospedagem no crescente interesse turistico pela região.
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| Tuesday, 18-Apr-2006 01:21 |
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San Pedro de Atacama - Chile
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Às 4:00 da manhã, passou a van para nos buscar. Na agência de turismo nos recomendaram levar agasalho pois os geysers estão a uns 4.300 m e antes de o sol nascer faz frio. Achei um exagero do De Barba levar tanta roupa! Pensei comigo: este cara vai tomar um suador com esta calça de cordura, como em outras oportunidades. Levei a jaqueta de cordura, realmente boa para frio, uma calça jeans e na última hora peguei uma ceroula, só para garantir. Na van, com calefação, uma maravilha! Mas quando lá chegamos, por volta das 6:30 e que descemos....O companheiro estava certíssimo! A temperatura devia estar por volta de 0º, dei uma pequena caminhada e voltei o mais rápido que pude(correr não podia, tontearia na altitude) para a van, vesti a bendita ceroula e ainda assim não resolveu. Passei frio! Mas à medida que o tempo passava, o frio foi diminuindo até ficar suportável. Na excursão, além do motorista, uma alemã, um frances, um espanhol, uma sueca e um casal de irmãos chilenos, De Barba e eu. Foi servido um café com leite e croissant, onde todos se apresentaram, iniciando uma maior integração no grupo. Visitamos os geysers e entre eles há uma piscina natural, com água termal, onde a temperatura gira em torno dos 54º e muita gente aproveita para tomar um banho. Os Geysers del Tatio é um campo geotérmico de origem vulcânica, onde a água e o vapor brotam violentamente da profundeza da terra, lançando água quente até os quatro m de altura. Por volta de 11:00 iniciamos o retorno, com algumas paradas para fotos enquanto o motorista ia mostrando lagoas com pelicanos, vicunhas e vulcões inativos, contando a história do lugar. Por volta das 13:25, ao contornar uma montanha, ele freiou de sopetão e aos gritos: Miren, miren el Lascar!!!! Emocionante, ao longe, a uns 50 km, o vulcão ativo Lascar, que entrou em erupção pela última vez em 1993, lançava fumaça a 3 km de altitude, formando o que parecia ser uma explosão atômica. Nos sentimos completamente recompensados, jamais imaginaríamos ver um vulcão em plena erupção, justo no primeiro dia em Atacama. De volta a San Pedro, almoçamos e depois de uma siesta, pegamos as motos e fomos visitar o museu arqueológico Gustavo Le Paige e o Valle de la Luna que fica a 15 km, na Cordilheira do Sal, e que leva este nome em razão das formas e cores das rochas ali encontradas, dando à paisagem uma aparência lunar. Observar deste lugar o entardecer, vendo ao longe os vulcões e como a luz faz variar de tonalidades até o vermelho intenso, é realmente de tirar o fôlego. Enquanto jantávamos, no Cafe Adobe Restaurant, fizemos uma avaliação de nossa viagem e chegamos à conclusão que o resultado tinha sido muito positivo, superando largamente as expectativas e, satisfeitos, decidimos: hora de voltar para casa.
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| Monday, 17-Apr-2006 02:32 |
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Susques, Jujuy - Argentina a San Pedro de Atacama - Chile
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Acordei cedo, tomado pela ansiedade da travessia da Cordilheira dos Andes e principalmente de deixar aquele povoado, acho que eu tinha outra expectativa em relação a Susques. Logo depois, 2 km adiante, passamos por um belo hotel, onde certamente teríamos melhores acomodações. Próxima parada a 124 KM, "Paso de Jama", que é a passagem através dos Andes que dá acesso ao Chile e onde tem um posto policial e aduaneiro o último da Argentina. Aliás, no Paso de Jama esta´ prevista a construção, nos próximos anos, de um monumento ao Papa João Paulo II, em reconhecimento aos esforços para evitar um conflito bélico entre Chile e Argentina, em 1978. Todo este trajeto, através da ruta nacional 52 faz parte do corredor bioceânico, e cujo asfaltamento foi concluido em 2004. Corredor Bioceânico prevê a ligação de cidades do Chile, Argentina, Uruguai e Brasil(RS e SC), unindo os oceanos Atlântico e Pacífico e integrando a América do Sul através de ferrovias, portos, hidrovias e rodovias. De Susques a San Pedro de Atacama (284 km) não tem posto de combustível, há perda de potência e o consumo aumenta muito nos motores carburados em razão da altitude, razão pela qual providenciamos galões de gasolina para abastecer no caminho. Depois fiquei sabendo que na altitude, basta retirar o filtro de ar que o motor volta à normalidade, mas ainda não comprovei. Adentramos território chileno, subindo a cordilheira até a altitude de 4800 msnm, sempre com a paisagem árida, quando começamos a vislumbrar vulcões inativos, destacando-se o vulcão Licancabur e um enorme declive de aproximadamente 40 km. Lá em baixo, a 2438 msnm, San Pedro de Atacama! Chegamos por volta de 16:30 e após passar na imigração e aduana chilenas, fomos dar uma volta de reconhecimento no "pueblito". San Pedro de Atacama está localizado na provincia de El Loa, altiplano da Região de Antofagasta, no Chile, no deserto mais árido do mundo, o deserto de Atacama. Com uma população em torno de 2.500 hab, sua principal atividade econômica é o turismo. Arrumamos alojamento, tomamos banho e saímos para jantar, não sem antes contratar uma excursão aos famosos geysers del Tatio, programada para sair às 4:00 da manhã!!!
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| Sunday, 16-Apr-2006 02:26 |
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ATACAMA 2006 - Salta a Jujuy e Susques, Jujuy - Argentina
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Para ir a Jujuy há duas estradas:a auto-pista da ruta nacional nº 34, distância de 122 km e que se percorre em uma hora e pouco ou pela RN nº 9, mais lenta, se leva o dobro do tempo, mas onde nada é monotonia, e como gostamos de uma aventura, esta foi a escolhida. Por "el camino de Cornisa"; é uma estrada em ascendente, pouco movimentada, com incontáveis curvas, precipícios e velocidade reduzida, imersa na beleza extasiante da vegetação da selva Tucumano-Oranense, mundialmente conhecida como "Las Yungas". Nesta estrada há depressões (chamadas Baden) que servem para dar vazão`as águas que descem da montanha, e numa destas, ao frear a moto no piso úmido, o companheiro De Barba teve uma queda, sem consequências, além de um espelho quebrado e o orgulho arranhado, uma vez que, segundo ele, foi a primeira vez que isto aconteceu. Refeitos do susto, seguimos em frente. Logo depois de Jujuy fomos parados numa barreira policial, onde após apresentar a documentação, e contar parte de nosso trajeto, fomos alertados para o frio que teríamos pela frente, em trecho com altitude de mais de 4.000 msnm. Nos apressamos em tirar do baú proteção para o pescoço, balaclava e uma capa protetora de mãos que compramos em Salta, e que se mostrou de grande utilidade, pois é instalada no guidão da moto e envolve mãos e luvas dando acesso aos manetes. Seguimos adiante, passando pelos Altos del Morado, local de maior altitude do trajeto com seus 4.170 mnsm, já descendo atravessamos o impressionante salar Salinas Grandes. Salar é um lugar em que milhares de anos atrás havia mar, que secou depositando o sal no solo. Lugar de extrema secura, a pele se ressente, em razão da grande incidência de raios solares. Seguimos em frente e chegamos a Susques, municipio de 2029 hab 1140 dos quais no povoado, de clima de manifesta aridez, frio e seco (dizem que há épocas em que a temperatura varia de 30º durante o dia a - de 0º durante a noite com oscilações de até 43º) e que do século XVIII para cá, pertenceu à Bolivia, ao Chile e finalmente à Argentina, após arbitragem de conflito de fronteira. Com certa dificuldade, conseguimos quarto numa hospedagem bem simples, sem banho quente, banho nem pensar!
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| Saturday, 15-Apr-2006 02:00 |
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Salta, Argentina
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Salta "La Linda" tem muitas atrações, e por este motivo decidimos ficar mais um dia para explorarmos melhor a cidade. Caminhando fomos à praça 9 de julho, à igreja de São Francisco, museu de Belas Artes, parque San Martin e Convento San Bernardo, dali pegando um táxi para ir conhecer o Mercado Artesanal, onde há todo tipo de souvenires; teares. pinturas, esculturas, etc.
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| Friday, 14-Apr-2006 02:41 |
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Salta - San Antonio de los Cobres - Salta
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Como o tren a las nubes está desativado, resolvemos fazer o trajeto em uma van, pela ruta nacional 5l que acompanha os trilhos até San Antonio de los Cobres, distante 166 km de Salta, subida em estrada de terra (rípio) que ziguezagueia montanhas e precipícios, acompanhada pelo rio Toro. Alí não se vê gado, apenas criações de lhamas e burros. Aos 3100 m, chegamos ao municipio de Campo Quijano (Portal de los Andes), onde visitamos museu do sitio arqueológico de Sta Rosa de Tastil e as ruinas de um povoado atacamenho. Alguns km adiante, Abra Blanca, o ponto de maior altitude do trajeto, com 4.080 m, de onde, olhando-se ao norte, distante 90 km, numa grande faixa branca, o salar Salinas Grandes, e ao sul o monte Nevado de Acay, com seus 5.716 m. Chegamos em San Antonio de los Cobres as 14;00. Povoado mineiro de 5000 hab.onde se observa graves problemas de subdesenvolvimento e pobreza, que muito se deve a grande emigração causada principalmente pela possibilidade de guerra com o Chile, em 1978, quando a região foi semeada com minas pessoais pelo exército argentino, o que causou graves acidentes com mortes e mutilações nos habitantes. Retornamos a Salta com chuva, e no caminho avistamos dois condores, em seu vôo majestoso, ao lado de uma montanha.Sensacional!
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